Tradição e ciência: óleo de bicho do Marajó pode combater câncer e inflamações

A pauta foi repercutida pelo SBT, entre outros

Sérgio Moraes

1/11/2026

Pesquisadores do Laboratório de Genética e Biologia Celular (EngBioCel) e do Laboratório de Óleos da Amazônia (LOA), ambos da Universidade Federal do Pará (UFPA) e instalados no Parque de Ciência e Tecnologa (PCT) Guamá, estudam as propriedades medicinais do óleo de bicho, extraído de larvas do besouro Speciomerus ruficornis (tucumanzeiro).

Tradicionalmente usado no Marajó para fins alimentares e terapêuticos, o óleo teve potencialidades anti-inflamatórias, antioxidantes, cicatrizantes e antitumorais validadas cientificamente.

A pesquisa busca identificar aplicações na saúde, cosméticos e inseticidas, além de avaliar métodos de extração mais eficientes.

O projeto, em parceria com a Universidade do Estado do Pará (Uepa), visa valorizar o saber tradicional, gerar renda para comunidades extrativistas e quilombolas de Soure e Salvaterra,
e promover o desenvolvimento bioeconômico da região.

Produzida para a Agência Pará, a pauta foi repercutida pelo SBT, que destacou como a ciência valida saberes do Marajó, transformando o óleo de bicho em ativo para a bioeconomia do Pará.

Foto: Bruno Cruz

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Produção
A produção que deu origem à repercussão

Repercussão
As principais repercussões sobre a pauta