Tecnologia limpa transforma resíduos de açaí em azeite com poder antioxidante 33 vezes superior à uva

A pauta foi repercutida por veículos como SBT, oliberal.com, O Liberal, entre outros

Sérgio Moraes

1/4/2026

Uma inovação do Laboratório de Tecnologia Supercrítica (Labtecs) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e residente do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) resultou na criação de um azeite de açaí de alta pureza.

Utilizando tecnologia limpa e livre de solventes químicos, o processo preserva os nutrientes originais da fruta, entregando uma concentração de antioxidantes 33 vezes superior à da uva. O produto surge como um ativo estratégico tanto para a saúde cardiovascular quanto para a indústria de cosméticos de luxo.

O projeto, que conta com o apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Educação Superior, Profissional e Tecnológica do Pará (Sectet), foca na economia circular ao reaproveitar resíduos da cadeia produtiva.

A iniciativa consolida a verticalização tecnológica no Pará, transformando descartes em insumos de alto valor para o mercado global e promovendo a sustentabilidade na Amazônia.

Produzida para a Agência Pará, a pauta foi repercutida por veículos como SBT, oliberal.com, O Liberal, entre outros, que destacaram uso de tecnologia limpa para criar um azeite super nutritivo a partir do reaproveitamento de resíduos do fruto.

Foto: Bruno Cecim

MacBook Pro turned on

Produção
A produção que deu origem à repercussão