Propriedades inovadoras do jambu impulsionam diversas criações

A pauta foi repercutida por veículos como UOL, Mongabay, O Liberal, entre outros

Sérgio Moraes

1/7/2026

Pesquisadores do Laboratório de Tecnologia Supercrítica (Labtecs) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e residente do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá desenvolveram novos métodos para extrair o espilantol, princípio ativo do jambu com propriedades anestésicas, visando aplicações médicas e cosméticas.

Utilizando tecnologia supercrítica, processo que dispensa solventes tóxicos, a equipe criou um filme oral voltado para pacientes com câncer que sofrem de secura bucal, além de géis e enxaguantes terapêuticos.

O estudo também alcançou o setor de cosméticos com cremes antissinais que utilizam os ativos da planta para suavizar linhas de expressão.

Apoiada pelo programa BioPará, do Governo do Pará, a iniciativa busca a verticalização da produção local e reforça o estado como referência em inovação tecnológica e sustentabilidade aplicada à biodiversidade amazônica.

Produzida para a Agência Pará, a pauta foi repercutida por veículos como UOL, Mongabay, O Liberal, entre outros, que destacaram como o jambu pode impulsionar a bioeconomia e a inovação no Pará para além da gastronomia.

Foto: Bruno Cecim

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Produção
A produção que deu origem à repercussão