Biotecnologia transforma mel de abelhas nativas em hidromel e impulsiona bioeconomia regional
A pauta foi repercutida por veículos como Globo, Diário do Pará, Caixa, entre outros


A empreendedora Ana Lídia Zoni desenvolveu, no Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (Cvacba) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e residente do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT), uma versão regional de hidromel utilizando mel de abelhas sem ferrão.
A inovação soluciona a dificuldade histórica de comercializar o insumo, que possui alta umidade, transformando-o em uma bebida de alto valor agregado.
O projeto da startup Uruçun já atinge mercados internacionais e beneficia cerca de 300 comunidades da agricultura familiar.
Além de garantir renda, a iniciativa impulsiona a biodiversidade: a polinização dessas abelhas pode elevar a produtividade de açaizais em até 40%.
Ao verticalizar a produção no Pará, a proposta combate a exportação de matéria-prima bruta e fortalece uma economia regenerativa, unindo a preservação das abelhas nativas ao desenvolvimento tecnológico e sustentável.
A pauta foi repercutida por veículos como Globo, Diário do Pará, Caixa, entre outros que destacaram o protagonismo feminino na ciência e o papel da Uruçun na criação de uma cadeia produtiva sustentável.





